Procedimentos de segurança – Coberturas

20/07/2012 | Biblioteca - Procedimentos segurança








Perigos mais frequentes

  • Queda de pessoas a nível diferente
  • Queda de pessoas ao mesmo nível
  • Queda de objectos por desabamento ou desmoronamento
  • Queda de objectos desprendidos
  • Marcha sobre objectos
  • Choque contra objectos imóveis
  • Pancadas e cortes por objectos ou ferramentas
  • Projecção de fragmentos ou partículas
  • Entaladela ou esmagamento
  • Sobre-esforços ou posturas inadequadas
  • Contactos eléctricos
  • Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas
  • Danos causados por seres vivos

Causas principais

  • Queda de pessoas a nível diferente
  • Queda de pessoas ao mesmo nível
  • Queda de objectos por desabamento ou desmoronamento
  • Queda de objectos desprendidos
  • Marcha sobre objectos
  • Choque contra objectos imóveis
  • Pancadas e cortes por objectos ou ferramentas
  • Projecção de fragmentos ou partículas
  • Entaladela ou esmagamento
  • Sobre-esforços ou posturas inadequadas
  • Contactos eléctricos
  • Exposição a substâncias nocivas ou tóxicas
  • Danos causados por seres vivos

Medidas de prevenção aconselhadas

  • Antes de iniciar os trabalhos, deve-se fazer uma avaliação prévia do estado de conservação da cobertura, devendo ser escoradas e/ou consolidadas as asna e os barrotes que não apresentem a resistência necessária. Este trabalho deve ser executado com muito cuidado e recorrendo a plataformas de trabalho
  • Antes de iniciar os trabalhos deve-se planear toda a intervenção tendo em conta os seguintes requisitos:
  • Tipo de telha, o seu estado e resistência
  • Grau de inclinação do telhado
  • Materiais e equipamentos necessários à execução do trabalho
  • Definição de trajectos, tendo por objectivo deslocamentos racionais sobre o telhado
  • Delimitação e sinalização das áreas previstas para içar materiais, bem como de outras áreas susceptíveis de serem afectadas
  • Condições climatéricas expectáveis
  • Necessidade de montar protecções colectivas
  • Caso seja necessário, definição dos locais de instalação das linhas de vida para amarração do arnês anti-queda
  • Controlo médico e qualificação técnica dos trabalhadores (risco de vertigens do trabalhador)
  • Antes de iniciar os trabalhos deve-se proteger todo o perímetro da cobertura e outras aberturas eventualmente existentes com guarda-corpos (ou redes). Se tal não for possível, todos os trabalhadores devem usar arnês com pára-quedas auto-retráctil amarrado a um elemento de construção que ofereça resistência suficiente. Se os andaimes de construção estiverem montados, poderão ser acrescentados para subirem um metro acima da cota da cobertura (se envolverem todo o perímetro);
  • Deve ser instalada uma escada de acesso adequada (principalmente em resistência e largura), exercendo-se vigilância constante sobre a mesma. No início deve colocar um sinal de proibido o acesso a pessoal não autorizado
  • Sempre que possível deve instalar redes anti queda (inclinadas a 45°) como complemento às outras medidas de protecção
  • As paletes de telha, devem ser içadas para a cobertura, ao ritmo a que vão sendo usadas, de forma a evitar sobrecargas. Devem ser depositadas, repartidas pelas vertentes, de forma a evitar sobrecargas e movimentações desnecessárias do pessoal sobre a cobertura
  • As paletes devem ser descarregadas sobre plataformas horizontais montadas sobre plintos em cunha que atenuem a pendente, de forma a evitar deslizamentos
  • O material das asnas, barrotes e ripado, só deve ser içado, de forma sequencial, para ser montado de imediato
  • Os rolos de tela asfáltica devem ser repartidos uniformemente pela placa, calçados com cunhas para evitar que rolem e distribuídos pelas zonas de trabalho
  • Durante a colocação da tela asfáltica deve ser colocado um extintor de 6 kg de pó químico polivalente na frente de trabalhos
  • O cascalho de acabamento (ou outro acabamento qualquer) somente deve ser içado, de forma sequencial, quando for necessário
  • Deve ser rigorosamente proibida a circulação directa sobre a cobertura. Devem ser colocadas pranchas ou estrados de alumínio, fixadas aos pontos firmes da cobertura. As pranchas de madeira devem ter ripas pregadas, salientes por forma a evitar o escorregamento dos trabalhadores
  • Deve circular horizontalmente seguindo as linhas de resistência e evitando os beirados da cobertura
  • Não deve aplicar cargas ao beiral ou ao algeroz (nem sequer encostar escadas a estes elementos)
  • Se a zona interior da edificação tiver um pé direito superior a dois metros, devem ser montadas redes de protecção anti-quedas
  • As peças que vão ser soltas (no caso de reparações ou reconstruções), devem ser desmontadas sem conduzirem os trabalhadores a movimentos bruscos, devendo ser retiradas com cuidado. Não devem, em caso algum, ser arrancadas com o auxílio da grua
  • O material da cobertura deve ser retirado de forma progressiva e de ambos os lados para evitar desequilíbrios;
  • Os materiais da cobertura, à medida que são retirados deve-se proceder à sua descida através de caleiras e/ou com o auxílio da grua ou guincho
  • Os trabalhos de betonagem das pendentes devem ser realizado com recurso ao balde. Se necessário, devem ser criados caminhos de circulação sobre o betão durante a fase de cura
  • O trabalho deve ser suspenso quando soprar vento superior a 40 km/h ou quando chover com intensidade
  • A zona de trabalhos deve-se manter limpa de detritos e lixo (plásticos, cartões e restos de embalagens). Para tal, deve ser limpa diariamente
  • Os acessos devem manter-se permanentemente desobstruídos e limpos de entulhos
  • No caso de ser necessário utilizar equipamento de protecção individual anti-queda, não deve ser permitido o uso de cordas de sujeição com comprimento superior a 1,50 m. Devem ser usados dispositivos anti queda com enrolador progressivo (auto-retráctil). Todos os elementos (arnês, linhas de vida, cordas de sujeição, mosquetões e outros dispositivos) devem ser revistos periodicamente e mantidos de acordo com as instruções dos fabricantes
  • Não devem ser executados trabalhos em coberturas com linhas eléctricas aéreas amenos de 5 m. Nesses casos deve-se solicitar ao concessionário o corte de energia ou a protecção das linhas
Procedimentos de segurança e gestão de obra

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